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Evolução de febre amarela para ciclo urbano é ‘possível, mas não provável’

O Sabethes transmite febre amarela silvestre | Foto: Divulgação

A febre amarela seria muito mais preocupante para a população se o ciclo urbano estivesse ocorrendo atualmente no Brasil. De acordo com a pesquisadora Glória Teixeira, do Instituto de Saúde Coletiva (ISC) da Universidade Federal da Bahia (Ufba), “é possível, mas não provável” que o ciclo atual evolua de silvestre para urbano. “Nós temos nesse momento o ciclo silvestre no espaço urbano. O mosquito que transmite a febre amarela silvestre não é o Aedes aegypti, são os mosquitos Haemagogus e Sabethes. Eles ficam nas copas das árvores, por isso picam os macacos”, afirmou à imprensa durante o debate “Febre Amarela: Situação Atual e Dificuldades de Controle”, nesta sexta-feira (7). Para evitar a propagação, é necessário vacinar a população das áreas de risco, além de detectar precocemente o vírus não só em pessoas, mas também em macacos. As recomendações também foram reforçadas por Eduardo Hage, do Instituto Sul Americano de Saúde de Governo em Saúde (ISAGS). De acordo com o pesquisador, esse surto de febre amarela silvestre supera qualquer outro registrado em décadas anteriores. “Os registros mais graves em períodos anteriores eram de quando ocorria febre amarela em área urbana, que não é o que está acontecendo hoje”, explicou ao lembrar que esses episódios são cíclicos. “Tivemos um evento semelhante, não na mesma magnitude, entre 2008 e 2009. Embora o número de casos tenha sido menor, a área geográfica foi muito maior: compreendeu desde o estado de Goiás até o Rio Grande do Sul, chegando em países como Argentina e Paraguai”, completou.  Bahia Noticias

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